Pequenas empresas que dependem do talento e da criatividade de seus fundadores e funcionários fazem parte de um novo segmento da economia, cada vez mais comentado, a economia criativa.
Essas empresas que transformam criação em produtos e serviços estão distribuídas em 13 áreas: arquitetura, publicidade, design, artes e antiguidades, artesanato, moda, cinema e vídeo, televisão, editoração e publicações, artes cênicas, rádio, softwares de lazer e música.
Esse ramo da economia está em ascenção e tem recebido cada vez mais destaque, uma vez que a criatividade agora é fator fundamental na hora de empreender um negócio. Os novos moldes de consumo agora exigem também novos moldes de venda e apresentação de produtos e serviços.
Confira aqui cinco dicas para você que deseja empreender na Economia Criativa:
-
Tenha um propóstio
Entenda a necessidade das pessoas para oferecer um produto ou serviço que tenha relevância. Não pense primeiro no dinheiro, o lucro é consequência.
-
Tire sua ideia do papel
Boas ideias não viram negócios sozinhas. Planeje, pesquise e implemente. Pense num produto simples e viável, que possa ganhar escala.
-
Crie um protótipo
Com a internet, é possível lançar um produto sem que ele esteja completamente finalizado, aperfeiçoá-lo e corrigindo de acordo com o retorno dos usuários. Assim, ele chega ao mercado já testado e as chances de dar errado são menores.
-
Use métricas
Mensure o impacto do que está criando. Trabalhe com pesquisas qualitativas e quantitativas, pois os investidores estão acostumados a número e resultados.
-
Capacite-se em gestão
Nem sempre um empreendedor criativo é um bom administrador. Estude sobre gestão ou cerque-se de pessoas com conhecimentos complementares
Fonte: UOL.